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DEFI11

ETF

Preço atual

R$ 12,90

22/05/2026

DEFI11

Taxa de Administração

1.30% a.a.

Patrimônio Líquido

R$ 31M

Concentração Top 5

100.0%

Fundo espelho

Histórico limitado

Este ETF possui menos de 5 anos de dados disponíveis. ETFs mais recentes têm menor previsibilidade de comportamento — recomendamos priorizar fundos com pelo menos 5 anos de track record consolidado.

PJ-ETF Score

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Classificação
Custo
Retorno
Liquidez
Solidez
Qualidade da Carteira
Análise IA

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Retornos Históricos

6 meses

-40.5%

1 ano

-56.7%

3 anos

-26.3%

Principais Participações
1
HASHDEX DEFI INDEX ETF CLASSE B
99.55%
2
HASHDEX DEFI INDEX ETF CLASSE C
0.32%
3
LFT 01/09/2026
0.09%
Sobre o DEFI11
Gerado por IA

O DEFI11 é um ETF brasileiro desenhado para oferecer exposição ao mercado de finanças descentralizadas, conhecido pela sigla DeFi. Ele funciona como um fundo espelho que investe a quase totalidade de seu patrimônio em um fundo internacional que replica o desempenho de uma cesta de criptoativos focados em serviços financeiros automatizados, como empréstimos e negociações sem intermediários bancários. Como o fundo investe em ativos globais, ele traz uma exposição cambial ao dólar, e as pequenas posições em renda fixa que aparecem em seu relatório servem apenas como colateral para estratégias de derivativos, e não como uma aposta direta em juros brasileiros.

Devido à natureza altamente volátil e tecnológica dos ativos de finanças descentralizadas, este ETF é destinado exclusivamente ao investidor de perfil arrojado, que compreende os riscos de perdas significativas em cenários de estresse de mercado. Ele não é recomendado para iniciantes ou para quem busca segurança e previsibilidade no curto prazo. Por se tratar de um setor em estágio inicial de desenvolvimento, o horizonte de investimento deve ser longo, permitindo que o investidor suporte as oscilações intensas e períodos prolongados de desvalorização que são comuns nesse segmento.

Na estrutura de uma carteira equilibrada, o DEFI11 deve ocupar apenas uma posição complementar, funcionando como um ativo satélite para compor uma pequena parcela do patrimônio voltada à inovação. Ele não deve ser considerado uma posição central ou base da carteira, mas sim uma ferramenta de diversificação para quem deseja acesso a uma tese setorial específica com alto potencial de crescimento e risco elevado. Dada a sua volatilidade, é fundamental que o investidor tenha uma parcela significativa de sua carteira alocada em ativos conservadores e de maior liquidez antes de considerar uma exposição a esse tipo de estratégia.