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DOLA11

ETFS&P/B3 BRL-USD Futures Index

Preço atual

R$ 9,85

22/05/2026

DOLA11

Taxa de Administração

0.40% a.a.

Patrimônio Líquido

R$ 143M

Concentração Top 5

99.9%

Fundo espelho

Histórico limitado

Este ETF possui menos de 3 anos de dados disponíveis. ETFs mais recentes têm menor previsibilidade de comportamento — recomendamos priorizar fundos com pelo menos 5 anos de track record consolidado.

PJ-ETF Score

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Classificação
Custo
Retorno
Liquidez
Solidez
Qualidade da Carteira
Análise IA

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Retornos Históricos

6 meses

-3.9%

1 ano

-8.2%

Principais Participações
1
LFT 01/09/2029
30.85%
2
LFT 01/03/2028
29.40%
3
LFT 01/03/2029
22.02%
4
LFT 01/03/2026
17.66%
Sobre o DOLA11
Gerado por IA

O DOLA11 é um ETF desenhado para oferecer ao investidor brasileiro exposição direta à variação do dólar frente ao real, acompanhando o índice de futuros de moeda S&P/B3 BRL-USD. Diferente de um fundo de ações, sua estrutura utiliza contratos de swap cambial para replicar o comportamento da moeda americana. As posições em títulos públicos, como as LFTs que aparecem em sua carteira, não representam um investimento em renda fixa, mas funcionam apenas como uma garantia colateral necessária para manter a exposição cambial, garantindo que o desempenho do fundo reflita fielmente a valorização ou desvalorização do dólar.

Este ETF é indicado para investidores com perfil de risco arrojado, uma vez que o mercado de câmbio é extremamente volátil e pode oscilar bruscamente em curtos períodos devido a fatores políticos e econômicos globais. Por ser um ativo que acompanha a cotação diária da moeda, ele não possui uma promessa de rentabilidade baseada em juros, mas sim no movimento especulativo ou de proteção da paridade entre o real e o dólar. É um produto voltado para quem possui um horizonte de investimento de médio a longo prazo e compreende os riscos intrínsecos de estar exposto à flutuação de uma moeda estrangeira.

Na composição de uma carteira equilibrada, o DOLA11 deve ser encarado como uma posição complementar, funcionando como uma ferramenta estratégica de diversificação ou de proteção. Ele é muito utilizado por investidores que desejam criar um "hedge", ou seja, uma proteção contra a desvalorização do real em momentos de instabilidade no mercado brasileiro. Por não ser um ativo gerador de renda recorrente, não é recomendado como uma posição central na carteira, mas sim como uma peça tática para quem busca exposição a ativos dolarizados sem precisar abrir uma conta em corretora estrangeira ou enviar remessas de dinheiro para o exterior.