GLDI11
ETFÍndice Futuro de Ouro B3 (BRL)Preço atual
R$ 57,96
22/05/2026
GLDI11
Taxa de Administração
0.40% a.a.
Patrimônio Líquido
R$ 363M
Concentração Top 5
100.0%
Fundo espelhoHistórico limitado
Este ETF possui menos de 1 ano de dados disponíveis. ETFs mais recentes têm menor previsibilidade de comportamento — recomendamos priorizar fundos com pelo menos 5 anos de track record consolidado.
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Cadastre-se Grátis6 meses
+10.9%
1 ano (est.)
+22.9%
Retorno de 1 ano estimado com base no retorno de 6 meses anualizado
O GLDI11 é um fundo de índice que permite ao investidor brasileiro ter exposição direta à variação do preço do ouro. Ele replica o desempenho do contrato futuro de ouro negociado na Bolsa brasileira, buscando acompanhar as oscilações deste metal precioso em reais. Na prática, o fundo utiliza estratégias financeiras, como o swap, para capturar o movimento do ouro sem que você precise armazenar barras físicas ou lidar com a complexidade de operar contratos futuros diretamente na bolsa. Como o ouro é cotado globalmente em dólar, este ETF funciona naturalmente como uma proteção cambial, valorizando-se tanto pela alta do metal quanto pelo possível aumento da moeda americana frente ao real.
Este investimento é mais indicado para perfis de investidor moderado a arrojado, que compreendem que o mercado de commodities pode apresentar oscilações relevantes no curto prazo. Ele não é recomendado para quem busca uma reserva de valor de curtíssimo prazo ou para iniciantes que ainda não dominam como ativos de proteção funcionam. O horizonte ideal para quem investe no GLDI11 deve ser de médio a longo prazo, permitindo que a estratégia atravesse diferentes ciclos econômicos, especialmente aqueles em que há maior incerteza global ou volatilidade nos mercados financeiros tradicionais.
Na construção de uma carteira diversificada, o GLDI11 deve ocupar uma posição complementar, funcionando como um ativo satélite. O ouro é tradicionalmente visto como um "porto seguro" ou ativo de reserva que tende a se comportar de forma distinta das ações e dos títulos de renda fixa, ajudando a equilibrar o portfólio em momentos de crise. Por isso, ele serve bem como um mecanismo de proteção para reduzir a volatilidade da carteira total, mas não deve ser a base única do investimento, sendo mais eficiente quando utilizado para compor uma fatia estratégica voltada à diversificação e à preservação de patrimônio em cenários de instabilidade.
