USDB11
ETFBloomberg US Aggregate Bond Float Adjusted (Net TR) IndexPreço atual
R$ 97,13
22/05/2026
USDB11
Taxa de Administração
0.28% a.a.
Patrimônio Líquido
R$ 159M
Concentração Top 5
94.7%
Fundo espelhoHistórico limitado
Este ETF possui menos de 5 anos de dados disponíveis. ETFs mais recentes têm menor previsibilidade de comportamento — recomendamos priorizar fundos com pelo menos 5 anos de track record consolidado.
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Cadastre-se Grátis6 meses
-7.2%
1 ano
-9.9%
3 anos
+5.1%
O USDB11 é um ETF que oferece ao investidor brasileiro uma forma prática de acessar o mercado de renda fixa dos Estados Unidos. Na prática, ele funciona como um "fundo espelho" que utiliza contratos de derivativos para replicar o desempenho do Bloomberg US Aggregate Bond Index, um índice que abrange milhares de títulos de dívida de alta qualidade emitidos pelo governo e por empresas americanas. Como o fundo utiliza uma estratégia de swap, ele busca entregar a variação da renda fixa americana em dólar, funcionando como um instrumento que combina a segurança dos títulos dos EUA com a proteção natural de ter parte do patrimônio dolarizado.
Este ETF é indicado para investidores de perfil moderado a arrojado que possuem um horizonte de investimento de médio a longo prazo. Embora a renda fixa americana seja considerada uma das classes de ativos mais seguras do mundo, o investidor brasileiro deve estar atento à volatilidade cambial, já que o resultado final do fundo é fortemente influenciado pela variação do dólar frente ao real. Por ser um ativo que traz exposição a uma moeda estrangeira e a ciclos de juros globais diferentes dos brasileiros, é mais adequado para quem já possui alguma experiência e compreende como as flutuações do câmbio impactam a rentabilidade final no bolso.
Dentro de uma estratégia de alocação, o USDB11 deve ser visto como um excelente complemento para diversificar o patrimônio geograficamente. Ele não substitui a renda fixa local, que costuma oferecer retornos nominais maiores, mas atua como uma camada de proteção em momentos de estresse no mercado brasileiro ou de valorização da moeda americana. Ao adicionar este ativo à carteira, o investidor consegue diminuir a dependência exclusiva da economia nacional, equilibrando o portfólio com ativos globais robustos que possuem baixa correlação com os riscos domésticos, sendo, portanto, uma peça estratégica para quem busca resiliência no longo prazo.
